terça-feira, 13 de setembro de 2011

TESTEMUNHAS CONFIRMAM VERSÃO APRESENTADA POR JUÍZA E O MARIDO SOBRE ABUSO DE AUTORIDADE DE AGENTE FEDERAL

Por Leonardo Rocha - Prometi dias desses que conversaria com o pessoal da Infraero sobre a confusão envolvendo a juíza Mônica Cristina Raposo Chaves do Carmo, o marido dela, Paulo Roberto Chaves do Carmo, e um policial federal identificado apenas como “Rômulo”.


O Aeroporto Eduardo Gomes foi o palco do abuso



Pois bem. Fui ao Aeroporto Internacional Eduardo Gomes e conversei com três testemunhas, que me contaram exatamente a mesma história que a juíza e o marido contaram ao jornal “A Crítica” (a entrevista foi publicada na edição do dia 9).

Diante do que apurei, creio não haver dúvida de que o parente do agente federal contou lorota ao BLOG DO ANTÔNIO ZACARIAS, ao afirmar que Paulo Roberto estava “fora de controle”.

Assim sendo, reproduziremos aqui, a bem da verdade, trechos da entrevista veiculada pelo jornal “A Crítica”. Acompanhe:

“A juíza Mônica Cristina Raposo Chaves do Carmo e o empresário Paulo Roberto Chaves do Carmo denunciaram, ontem, abuso por parte da Polícia Federal (PF), ocorrido no último sábado no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes.

De acordo com o casal, a família deles foi impedida de embarcar para Aruba (no Caribe), numa viagem estimada em R$ 15 mil, por causa do despreparo do setor de Imigração da PF no aeroporto. A ação da PF, reclamada pelos dois, inclui prisão do empresário por desacato à autoridade, detenção por mais de oito horas e impedimento de contato com advogado.

Mônica Raposo afirmou que a confusão começou quando o marido pediu para que ela sentasse com o filho de um ano, que estava chorando, enquanto ele entregava os passaportes. O pedido foi acompanhado do argumento de que o `negócio estava embolado`. Segundo a juíza, a reclamação foi suficiente para que um agente identificado como Rômulo, que estava em outro guichê, tomasse os passaportes da mão da atendente e desse voz de prisão para Paulo Roberto.

Segundo o empresário, ele, na tentativa de evitar que a viagem fosse prejudicada, perguntou por que estava sendo preso. `Pedi desculpas. Disse a ele que me perdoasse, que estava viajando de férias com minha família. E não sabia que dizer que o negócio estava embolado dava voz de prisão. Que a minha intenção não era desacatá-lo. Mas não foi suficiente para o agente.`"


CLIQUE NO TÍTULO ABAIXO PARA LER O QUE UM PARENTE DO AGENTE FEDERAL DISSE AO "BLOG DO ANTÔNIO ZACARIAS". TUDO INVENCIONICE DELE.


MARIDO DE JUÍZA TERIA REALMENTE DESACATADO POLICIAL FEDERAL, QUE GRAVOU TUDO COM UM CELULAR

9 comentários:

  1. Parabéns mestre Zaca pela imparcialidade e por buscar a verdade!!! É por isso que o senhor e sua equipe são admirados por todos!!!

    ResponderExcluir
  2. SERA ESTA REALMENTE A VERDADE?
    NÃO É PALAVRA CONTRA PALAVRA?
    NÃO MUITO COINCIDENTE AS TESTEMUNHAS FALAREM EXATAMENTE O QUE DISSE A REFERIDA JUIZA E SEU MARIDO? TUDO MUITO CERTINHO, PARECE ESTORIA MONTADA.
    É FINALMENTE O CIDADÃO SABE QUE MUITAS AUTORIDADES, TEM ATITUDES ABUSIVAS, PRINCIPALMENTE OS MAGISTRADOS QUE ACHAM-SE ACIMA DA LEI.
    POR FAVOR PUBLIQUE

    ResponderExcluir
  3. Isso que o Raimundo Rodrigues falou, é verdade, não há como negas... mais no cado da Dra. Mônica e do marido dela eu ponho a mão no fogo... os dois são pessoas de boa índole e jamais se prevaleceriam do que são, para tripudiar sobre os outros. Não tenho dúvida que eles foram realmente vítimas de abuso por parte do agente da policia federal.

    ResponderExcluir
  4. Você já verificou se é verídico que existe uma gravação em vídeo desse fato. Porque eu sinceramente não creio na versão dessa juíza, pode ter havido exagero da parte do policial, mas com certeza não foi com essa delicadeza toda que o marido da juíza se dirigiu ao agente.

    ResponderExcluir
  5. Ácreedito na juiza e no marido por que eles, não seriam doidos de aprontar na frente dos filhos pequenos.

    O policial deve ter mesmo cometido abuso contra o casal... eu acredito nisso por que a gente sabe que existe muito policial violento.

    ResponderExcluir
  6. NÃO ESTAMOS AQUI DEFENDENDO "A NEM B" MAS VOCÊS JÁ OUVIRAM FALAR QUE, JUIZ PENSA QUE É DEUS, E DESEMBARGADOR TEM CERTEZA.

    ResponderExcluir
  7. O problema foi a falta de documentos para realizar a viagem....então o "empresário" cresceu por ser marido da juíza.. O jornalista deveria investigar mais e não apenas postar relatos de testemunhas.

    ResponderExcluir
  8. Parabens pela imparcialidade e pela confirmaçao da informação, garanto que não foi falta de documento, era voo fretado e tudo é checado com antecedencia pela Operadora, e não houve nenhum excesso por parte dos passageiros. Este Blog faz jornalismo de qualidade..

    ResponderExcluir
  9. Parabéns pela entrevista...Acredito com certeza,na versao dada pela juíza e por seu esposo, por conhecer a boa índole dos dois. Aproveitando o espaco, gostaria de levantar uma questao... Sendo um policial federal, conhecendo "bem" seus direitos e deveres, abdicou-se simplismente de se ter compreendido a necessidade de uma mae, na compania de seu filho nos bracos ter no minimo um ambiente tranquilo para aguardar seu vôo, criando na verdade um grande tumulto desnecessário.
    Antes de darem cargos a este policial,deveriam primeiramente apresentá-lo às leis de direitos humanos......

    ResponderExcluir