A direção do estabelecimento, segundo eles, constrangeu e assediou moralmente vários alunos, inclusive os que nada tinham a ver com a invasão dos computadores da escola.
De acordo com esses pais, em vez de a diretoria do colégio procurá-los para tratar da questão, reuniram os alunos, a maioria menor de idade, para “fazer terrorismo, dizendo que seriam todos expulsos”.
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