
Os trabalhadores continuam fazendo greve como no início da era moderna, e o pior de tudo é que escolhem como alvo o povo que precisa de seus serviços. Há enormes diferenças em parar uma fábrica e parar serviço público. Na fábrica, o operário pressiona o lucro. No serviço público, o governo. Ora, na segunda situação o governo se utiliza da opinião pública para pressionar o fim da greve, e o movimento grevista dá uma ajudinha nessa estratégia. Quando os bancários fecham os bancos no fim do mês, impedindo os demais trabalhadores de receberem seus salários, colocam-se frontalmente contra a população e não frontalmente contra o banqueiro. O cidadão não é atendido pelo banqueiro, mas pelo bancário, que nesse momento lhe impede o acesso ao serviço. Por que o bancário não abre o banco apenas para fazer pagamento? Nessa hipótese o banqueiro não teria lucro e o serviço à população seria mantido.

Sobre a atual greve dos Correios. O prejuízo causado à população é atroz. Enquanto a categoria discute amento salarial com a empresa, o cidadão e a cidadã ficam privados dos serviços. A quem os trabalhadores querem atingir: a empresa e o governo? Ou a população? Ou conseguir sua finalidade de melhores condições de salários e de trabalho?...
Penso que os sindicatos e os movimentos sociais devem fazer uma reflexão sobre os mecanismos de luta no mundo em que vivemos. Usar instrumentos e conteúdos de três séculos atrás não é o melhor caminho para se conquistar melhores resultados. Ter a população e a solidariedade dos demais trabalhadores numa luta é fundamental para se alcançar vitória.
Até que em fim, apareceu alguém de peso prá falar contra essas greves absurdas que só prejudicam a população principaklmente os trabalhadores.
ResponderExcluirParabéns Lucio Carril pela cvoragem de dizxer a verdade!!!!
Concordo em gênero, número e grau com tudo, que o Lúcio Carril escreveu. Greve não pode prejudicar a população.
ResponderExcluirOs bancários, são lesos; é como o soci[ologo tá dizendo... eles em vez de buscar o apoiio da população, fazem é ficar contra e assim a população contra eles; são os lesos mesmo.
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