Por
Antônio Zacarias - O ex-defensor público-geral Tibiriçá
Valério de Holanda disse, em entrevista à imprensa, que deixa a Defensoria
Pública do Amazonas de “cabeça erguida”.
Então quer dizer que ele acha normal fraudar
concurso público?
Tibiriçá emite sinais de que não vai mudar de comportamento
Para o procurador-geral de Justiça, Francisco Cruz, não
resta dúvida: ele, Tibiriçá, e Wilson Melo, agora ex-subdefensor público-geral,
meteram os pés pelas mãos.
Se assim o foi, Tibiriçá tinha é que se desculpar,
pedir perdão a seus colegas e às centenas de candidatos que ele e seu cúmplice...
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Parabéns, mestre Zaca, pelo excelente texto. Concordo com todo o exposto sobre o ex-defensor-geral.
ResponderExcluirO primeiro passo, prá alguém não voltar a errar, é adimitir que errou... o que não é o caso do sr. Tibiriçá Holanda, pelo que parece... o que nos levar a crê, que ele, como diz o mestre Zaca, é um caso perdido.
ResponderExcluirSinceramente não sei, como o dr. Tibiriçá Holanda foi se mete, numa trapalhada dessa, tinha ele, como um homem honesto.
ResponderExcluirSujeito como esse aí, não se cria aqui em Minas Gerais não. Demorou muito pra correr com ele da Defensoria Pública.
ResponderExcluirPONHA PERDIDO NISSO!!!!!
ResponderExcluirE se ele for inocentado pela Justiça?
ResponderExcluirOs Desembargadores tb. são corruptos?
E a presunção de inocência?
O que ele tinha que fazer era ter saído há mais tempo.