
Por Loyola Arruda – O deputado estadual cassado Nélson Azêdo tinha certeza de que ficaria impune. Afinal, possuía um padrinho poderoso, o desembargador Ari Moutinho. Além do mais, a principal prova do processo – um DVD – desaparecera, como se fizesse parte de um espetáculo de mágica.
Havia no caminho de Azêdo, porém, uma pedra chamada Edmilson Barreiros. Sem delongas nem hesitação, o jovem e intrépido procurador peitou o Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), recorrendo ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Barreiros sabia que algo podre pairava no ar. Íntegro, não podia compactuar com tal coisa. Foi à luta. Cumpriu seu dever. E saiu vitorioso. Ele e a Justiça, a verdadeira. Chega de impunidade!
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