Hiel Levy teve a casa vasculhada hoje de
manhã por agentes da Polícia Federal
(Foto: Reprodução / Internet)
A
Polícia Federal no Amazonas desencadeou a Operação Sol Dourado 2 e cumpriu, na manhã desta sexta-feira, um total de onze mandados de
busca e
apreensão, em uma ação simultânea que começou pela Câmara Municipal de
Manaus (CMM) e se estendeu pelas residências de suspeitos de serem
“laranjas” num esquema de emissão de notas fiscais e licitações
fraudulentas
através da empresa Sistema de Comunicação Sol. O ex-diretor de
Comunicação do
Estado e atual diretor de Comunicação da Câmara de Vereadores de Manaus,
Hiel
Levy, é apontado como um dos líderes da quadrilha.
O delegado federal Domingos Sávio Pinzon divulgou alguns
detalhes da operação, em entrevista à imprensa às 10 horas de hoje, na sede da
Superintendência da Polícia Federal.
Segundo ele, foram apreendidos farta documentação e
computadores na Diretoria de Comunicação da Câmara, comandada pelo jornalista
Hiel Levy. O delegado Domingos Sávio disse que não havia mandado de prisão e
que também não houve nenhuma detenção durante a Operação Sol 2, que começou aàs
6h e terminou por volta das 11 horas. Ele informou que o inquérito corre sob
segredo de Justiça, e que não iria divulgar maiores detalhes à imprensa.
INDÍCIOS E PROVAS
O delegado Dércio Carvalhedo disse que o esquema
fraudulento pode ter rendido à quadrilha, supostamente integrada pelo advogado
Afonso Luciano, dono da empresa Sistema Sol de Comunicação e da Jobast
Produtora, cerca de R$ 10 milhões. “A
Operação Sol Dourado 2 vai servir para colhermos novos elementos e, se
possível, provas de que o esquema de notas frias existiu em contratos de publicidade
com a Fundação Muraki”, concluiu o delegado federal.
,
FUNDAÇÃO MURAKI
A Fundação Muraki negou qualquer envolvimento com o
esquema de emissão de notas fritas. "Não temos absolutamente nada a ver
com isso. Fomos envolvidos em função de termos um contrato com uma empresa de
comunicação que possuía vínculo com
outra. Se houve esquentamento de notas, foi entre eles", defendeu-se o
diretor da fundação, Paulo Alcântara.
Afonso Luciano, assim como Hiel Levy, ficou
rico da noite para o dia. Agora a PF quer saber
qual é a origem dessa dinheirama toda
(Foto: Reprodução / Internet)
Pouco depois da operação, Levy lançou uma nota no blog que possui sobre o assunto: "Eu e minha família passamos hoje pelo maior constrangimento de nossas vidas. Policiais federais, de posse de um mandado de busca e apreensão, vasculharam minha casa e minha sala na Câmara Municipal de Manaus. Estavam em busca de dinheiro, joias, carros de luxo, documentos ou provas que me liguem à Operação Sol Dourado, em que investigam a emissão de notas frias por uma empresa de comunicação com a qual nunca tive qualquer relação. Puderam constatar que, ao contrário do que dizem meus detratores, vivo uma vida modesta e sem luxos. Levaram meu computador pessoal e meu lap top. Tão somente. O mesmo ocorreu na Câmara. No meu período na direção da Agência de Comunicação do Governo nenhuma nota fria foi emitida pelas agências que prestavam serviços e que eu saiba elas também não contrataram serviços fictícios", disse.


porque que esse de hiel levy e esse advogado pilantra ainda nao estao presos.
ResponderExcluirESSE SUJEITO CANSOU DE METER O PAU DENEGRINO A IMAGEM DE NOSSO GUERREIRO ZACARIAS E AGORA MEU IRMÃO: A VERDADE VAI APARECER.
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