O medo se espalhou pelas lojas, quiosques, barracas na praia e até
restaurantes. Todos fecharam antes do meio-dia.
Desde o dia 29 de dezembro, policiais militares e os bombeiros estão em
greve. Eles reivindicam reajuste salarial, jornada de trabalho de 40 horas
semanais e mudança no sistema de promoções.
JUSTIÇA
Uma liminar do Tribunal de Justiça do Ceará determinou a suspensão da
greve dos policiais e bombeiros militares do Estado e seu retorno imediato ao
trabalho.
Carros do RONDA, policiamento militar do Estado do Ceará, com
pneus vazios, em Fortaleza
A liminar foi expedida na segunda-feira (2). Na decisão, a
desembargadora Sérgia Maria Mendonça Miranda aceitou o argumento do Estado do
Ceará de que os manifestantes não têm direito à greve, pois exercem funções
consideradas essenciais à população, como prevê a Constituição Federal.
"Embora reconhecendo o direito dos militares em buscar a melhoria
de suas condições de trabalho, não se pode perder de vista a supremacia do
interesse público e a necessidade de se dar continuidade ao serviço essencial,
assegurando o atendimento sem prejuízo à comunidade", escreveu.
A magistrada também determinou a reintegração de posse de veículos
oficiais, quartéis e demais prédios ou instalações militares que estejam com os
grevistas.
Em caso de descumprimento da decisão, ela fixou multa diária de R$ 15
mil para cada uma das associações e de R$ 500 para cada militar.
Ao pedir o retorno dos grevistas ao trabalho, o Estado sustentou que o
movimento causa "evidente abalo à segurança pública" e disse ainda
que os manifestantes retiveram ilegalmente veículos da PM, inviabilizando o
acesso aos quartéis invadidos, e apropriaram-se indevidamente dos bens
públicos.
Os militares afirmam que vão continuar a paralisação mesmo após a
decisão judicial.
Fonte: Folha.com

No mês passado, do ano que passou, os juízes ameaçaram de fazerem greve, já que eles jugam com todo esse poder que tem, dizendo que a greve dos profissionais da área de segurança publica é ilegal, que os mesmos não tem o direito de reivindicar o que é de direito e que só querem receber um salario digno não ilegal, e agora quem vai dizer se a greve dos juízes é ilegal.ETA BRASIL, EU ERA FELIZ E NÃO SABIA.
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